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A chave para prevenir os fungos é simples. O controle de umidade. O que já não resulta tão fácil é aplicar esse controle na prática. Porém, não é tampouco impossível acabar com o mesmo. Veremos abaixo alguns conselhos para eliminar as antistéticas e fortes manchas de mofo em nossas casas.

Evidentemente, não deixá-lo sair é a melhor maneira de exterminá-lo. E a prevenção, como já citamos anteriromente, passa pelo controle da umidade. E para combater a umidade, seguem abaixo alguns exemplo:

mofo e umidade em casa

Uma primeira medida a se tomar é identificar as possíveis áreas problemáticas, como um sótão onde fique facilmente úmido ou inundado, janelas que tendam a criar neblinas ou manchas de água no teto ou na parede. Todos esses são sinais de alarme dos quais devemos atuar, tentando diminuir a umidade, ou mesmo eliminar-la. Colocar um tapete no local ùmido, produtos anti-umidade, consertar vazamentos de água, etc.

Igualmente, é necessário estar atento aos momentos mais perigosos, como a temporada de chuvas, das quais podem trazer inundações (neste caso, é necessário evitá-las e/ou secá-las bem) ou, cotidianamente, os pontos deficientes da casa, como as casas de banho ou a cozinha, que, em último caso, podem precisar de uma boa ventilação.

Por falar em ventilação, melhor se for ao natural, mas também pode-se utilizar aparatos de ventilação, como extratores na cozinha e, no restante dos cômodos, ar condicionado ou desumidificadores, convenientes em climas úmidos.

Além de poder utilizar materiais de construção anti-mofo, sempre convém melhorar o fluxo de ar no lugar, algo que pode-se conseguir com simples ações, como abrir portas entre os cômodos, colocar os móveis separados das paredes e abrindo janelas em momentos ensolarados.

Por último e não menos importante: cuidado com as plantas dentro de casa. Essas podem propagar o mofo. Para evitar o mesmo, se vives em um lugar muito úmido, podes adicionar água de irrigação um pouco de chá de Taheebo.

Acesse nosso site e saiba mais sobre como otimizar o uso de sua casa. 

Essa é a pergunta mais frequente por concessionários, por pessoas que não apoiam a ideia de carros elétricos e pelos mais puristas e fieis aos carburantes nos últimos anos. Desde a implementação de baterias em carros elétricos, são muitos os críticos que surgem, bem como um grande grupo a favor. Aqueles que são a favor, muitos por uma satisfação com a pouca contaminação ao meio ambiente, outros devido ao baixo custo para recarregar a bateria.

Atualmente o preço de aquisição dos carros elétricos é mais elevado que o dos carros de combustível fóssil com características similares, especialmente se equipados com baterias de lítio que atualmente se realizam de forma artesanal.

Sem embargos, tanto o custo da energia necessária como a manutenção se tornam mais econômicas. Ademais, esses carros contam também com subsídios e ajudas (por exemplo, nos nossos vizinhos espanhois, mais especificamente em Madrid, o cartão do estacionamento regulado S.E.R permite estacionar gratuitamente nas zonas azuis e verdes).

Na Feira Internacional do Carro de Genebra de 2007 foi posto em dúvida se no futuro poderia ser viável a comercialização destes carros, já que eram vistos como muito futuristas para aquele período. Já no ano seguinte, a empresa Tesla lançou seu primeiro carro esportivo 100% elétrico: o Tesla Roadster. Este foi o primeiro elétrico que fazia de 0 a 100km/h em 3,9 segundos. Sua versão esportiva em 3,7 segundos atualmente. Tesla tem uma ampla gama de carros elétricos onde o mais conhecido é o Tesla Model S tanto por seu alto rendimento quanto por suas prestações. O Tesla Model S se recarrega completamente em um tempo estimado de 30 minutos, com a possibilidade de fazer até 500km com a carga, dependendo se feitas viagens longas ou dentro da cidade.

Adentrando a questão: “quanto te custaria para carregar um carro elétrico?”, Nós temos a resposta. Num geral, a cada Kwh tem um preço médio que varia entre os 0,06€ (de noite) e 0,15€ (de dia). Por isso, para calcular quanto custaria uma recarga de bateria completa, deverás multiplicar o preço  de cada kWh pelo número de kWh que tem tua bateria. Por exemplo, se o Kia Soul EV, cuja bateria é de 27kWh, carregada por completo no horário noturno custaria algo próximo a 1,7€. No entanto, fazê-lo em um horário menos econômico supostamente seria um custo de 4,05€. No caso do Soul EV, uma carga permite atingir aproximadamente 155km, gastando 1,20€/100km.

Como conclusão para a pergunta “realmente é rentável a possibilidade de comprar um carro elétrico?”, nós da Efimarket garantimos que sim. Tens todos os aspectos positivos. Não gastarás dinheiro com gasolina, não contaminarás o meio ambiente, pois é 100% elétrico, inovadores, cada vez mais regulado com o uso em grandes cidades e a tendência é de que as ruas se encham destes veículos até que já não se possa circular nos principais pontos da cidade.

Para saber mais e desfrutar de promoções especiais, a nossa semana da mobilidade elétrica será entre os dias 22 e 28 de setembro e disponibilizaremos ofertas especiais para esse período. Aproveite!

Com a semana da mobilidade elétrica chegando, agora entre os dias 18-24 de setembro, onde oferecemos promoções especiais vamos falar um pouco sobre esses veículos, suas vantagens e diferenças entre si.

Em um momento em que inevitavelmente a situação ambiental e econômica global não atravessam seu melhor período. Um momento em que a industria crresceu até alcançar níveis que beiram a loucura e que tecnologicamente não paramos de evoluir, tem sido necessário respirar um pouco na sequência desse caminho e questionarmos o que realmente queremos. E não tão somente na herança que deixaremos para o mundo, mas também de como desejamos viver o aqui e o agora. Esse problema procede principalmente na indústria do transporte, produção de energia e a agricultura.

Hoje em dia se gasta mais de 230 milhões de dólares por ano na compra de mascarás só no Japão, segundo o estudo do site de notícias Quartz. China e Coréia já começaram a adotar a prática também por seus altos níveis de contaminação.

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Isso não significa que este seja o método mais efetivo, no entanto, mas o pânico generalizado tem sua justificativa. Começamos a adotar medidas para tratar de combater esta situação. Diminuir a circulação por determinados lugares, reduzindo-a a tranposrtes públicos ou apenas residentes, é tão somente um exemplo. Medida que está ao nosso alcance, pois é algo que países vizinhos a Portugal, como é o caso da Espanha, mais especificamente em Madrid.

No entanto, já vinha sendo a hora de avançar nesta história de amor e ódio com o carro elétrico-híbrido.

Um carro híbrido não se pluga a nenhuma tomada de corrente. As baterias do sistema elétrico se recarregam com o próprio motor de combustão interna, quando tem excedentes de potëncia como ao freiar, desacelerar ou ao reter em uma pendente descendente, com energia que de outra maneira seria desperdiçada (freiada regenerativa). A finalidade deste modelo não é tanto poder circular constantemente no modo elétrico, mas sim reduzir o consumo e a emissão de gases. A partir dessa ideia, o carro elétrico-plugável, tratando de cumprir as expectativas que demandam mais autonomia (25-50km de autonomia).

Componentes do sistema híbrido:

A excessão dos veículos 100% elétricos, este tipo de veículo tem vários componentes comuns (híbrido em série, paralelo combinado). Os elétricos evidentemente carecem de motores elétricos.

  • Motor térmico: Seja gasolina ou diesel, mas tambèm tem uma parte que pode funcionar a gás ou com biocombustìveis. Tem pouca cilindrada em comparação ao motor convencional do mesmo tipo.
  • Motor elétrico: É praticamente silencioso. Pode se por mais de um motor com estas características. Sempre vai conectado à transmissão ou puxa diretamente nas rodas, conhecido como in-wheel.
  • Gerador: Esta função recupera energia nas freiadas, retensões e acelerações nas que o motor térmico libera uma quantidade extra de potência
  • Baterias: São geralmente de chumbo-ácido, níquel-metal híbrido, níquel-cadmio ou iôn lítio, em ordem de eficiência. São normalmente armazenados nas traseiras e fazem muito peso ao carro. Precisam de um sistema de refrigeração mas sem manutenção por parte do usuário. As baterias são à parte de 12V, como de costume.
  • Sistema de gestão: Independentemente de citarmos um modelo manual, que não é o comum, ou de um automático, para que um híbrido seja mais eficiente deve ser gerido por um ordenador com múltiplos sensores, que decida que combinação é mais eficiente em cada momento.

Enquanto os carros híbridos, em março, foram registrados um total de 4.660 uniddes, o que, somados aos vendidos nos meses anteriores, significa que em 2017, um total de 13.070 unidades foram registradas nos nossos vizinhos, a Espanha.

 

Hoje vamos apresentar um produto interessante e relevante no mundo das baterias de AGM. Estamos falando da bateria TFS250-2 de 250 Ah, um produto extremamente competitivo e elegante em respeito ao que há no mercado.

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Podemos dizer que dentro das baterias monoblock essa é a melhor que existe. As queixas frequentes dos clientes que dizem “estas baterias monoblock duram muito pouco” ou então “minhas baterias só duraram 3 anos, não me dão a capacidade que quero”. E assim é. As baterias monoblock tem exatamente essa característica no mercado fotovoltaico.

Já essa bateria apresentada no texto é algo bem mais durável do que vemos no segmento. Tem uma qualificação de EUROBAT 12+ de mais de 12 anos. E, por isso, não temos nenhum cliente com reclamação relacionadas a mesma.

A capacidade de 250 Ah a C100, em C10 nos dá uma capacidade de 190 amperios, que pode ser considerada bastante aceitável. As dimensões são adequadas para acumular varias, 555x125x320mm e com peso de 57kg. A carcaça de ABS com proteção em caso de fogo, terminais de parafuso de acesso frontal (vem com enlaces em caso de compras superiores a uma bateria).

Ou seja, em nossa avaliação custo-beneficio, damos uma pontuação de 9.

Saiba sobre essa e outras baterias monoblock clicando aqui.

Honeywell introduz o Lyric T6, seu mais recente termostato inteligente com wifi integrado e com suporte para plataforma HomeKit de Apple de IOS10.

Com o novo aplicativo Casa podes controlar de forma segura todos os seus acessórios HomeKit a partir de qualquer dispositivo IOS. Agora é possível controlar, inclusive, o termostato a partir do iPhone e também através do Lyric o aplicativo mediador, agora habilitado, para para iPhone e Android.

 

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O Lyric T6, de design escuro e elegante, conta com uma função de tela sensível ao toque para ajustar a temperatura e outros parâmetros similares. O termostato inteligente pode ser controlado em casa ou fora de casa com um smartphone.

Este termostato também é capaz de entender os ciclos de aquecimento e resfriamento de uma casa, permitindo assim, aumentar e baixar a temperatura conforme o momento for solicitado.

Existe ainda a opção de configurar o termostato em um horário mais tradicional de sete dias.

HomeKit permite que o Lyric T6 possa ser controlado através da Siri, mediante a comandos de voz, e até mesmo com o novo aplicativo principal da Apple no iOS 10.

O novo termostato, considerado intuitivo e fácil de instalar, permite regular a temperatura de toda a casa de uma maneira personalizada, que ajuda, assim, a aumentar a eficiencia energética do negócio e reduzir os custos.

Confira abaixo as principais vantagem para o usuário:

  • Interface de função sensível ao toque, que simplifica a programação, modificação e ajuste de pontual de temperatura.
  • Controle mediante a smartphone/tablet que oferece aos usuários um controle total de seus sistemas de calefação a partir de onde quiseres que estejam.
  • Programação baseada em localização (geo-fencing) que inclui uma capa adicional automatizada de controle, ajustando, dessa maneira, a calefação na casa do usuário de acordo com a sua localização.
  • Programação horária pré-configurada e personalizada que permite aos usuários satisfazerem as suas necessidades, incluindo os modos “ausente”, 7 dias, 5/2 dias e também por apenas 1 dia de controle combinado de tempo e de temperatura com até 6 períodos diferentes no dia.
  • Características de optimização, incluindo o controle de caldeira ‘optimum start and stop’ que permitem que o termostato e a caldeira trabalhem juntos e de forma mais eficiente.
  • Protocolos de controle TPI mais inteligentes garantem que a caldeira se ative por tempo mínimo necessário para manter o ponto de ajuste desejado.

Vantagens para o instalador:

  • Compatíveis com aparatos OpenTherm e on/off de 24-230V, como caldeiras de gás, caldeiras mistas e bombas de calor.
  • Fácil integração comos sistemas de calefação existentes.
  • Configuração de tela e funções a prova de falhas mediante o termostato e o smartphone do instalador para simplificar o processo de instalação.
  • A confirmação ‘in control’, mediante o símbolo de uma chama, mostra quando o termostato está funcionando em um determinado intervalo de horário programado, facilitando, assim, a verificação durante a configuração.
  • A temperatura medida pode se corrigir para comensar a posição do termostato.
  • A conectividade wifi oferece uma conexão direta a rede doméstica do usuário sem necessidade de equipamentos adicionais.

No momento existem duas versões disponíveis no mercado. Em primeiro lugar o T6, que se conecta mediante cabos e a caixa do receptor da caldeira. Esta opção é melhor para as pessoas que já contam com um termostato por cabo em seu lugar.

A outra opção é o Lyric T6R, que é acionado e se comunica sem a necessidade de fio com a caixa do receptor e com a caldeira de forma independente.

Ambos os produtos Lyric podem ser adiquiridos clicando aqui.

Confira a introdução e o review do produto:

 

 

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