Iluminação

Todos estes equipamentos de iluminação correspondem a equipamentos capazes, credíveis, mas acima de tudo com um baixo custo! Possuem uma maior rentabilidade aquando comparados com a iluminação usual. Permitem uma elevada poupança no que toca ao consumo energético, sendo desta forma, a iluminação mais viável no que toca à poupança mensal da fatura de energia!

Seguramente que falar da temperatura da cor das lâmpadas parece algo um pouco anormal.

A temperatura da cor é a característica fundamental para selecionar a lâmpada ideal! Não só pela poupança como pela utilização das mesmas.

Por definição, a temperatura é uma medida estatística do nível de agitação entre moléculas, relacionado com o deslocamento da energia cinética de um átomo ou molécula. Por outro lado o conceito de “cor” consiste numa imagem visual através  da luz refletida ou absorvida pelos corpos.

A temperatura da cor é fundamental quando se pensa em adquirir equipamentos de iluminação, sendo o conceito aplicado em diferentes utilizações. Perante isto vamos proceder à explicação destas distintas temperaturas da cor disponíveis nas variadas lâmpadas.

A temperatura da cor é medida em graus Kelvin:

Quanto maior for o número de Graus Kelvin, mais fria é a cor da lâmpada (esbranquiçada). Por exemplo, uma lâmpada com a temperatura de cor de 2700K possui uma tonalidade de branco quente (amarelada), sendo uma luz suave, relaxante e calma. Por outro lado uma lâmpada de 6500K possui uma tonalidade muito fria.

Numa casa, o ideal é que a temperatura varie entre 2700K e 6000K.

A selecção da temperatura da cor adequada deve ser feita tendo em conta o tipo de actividades desenvolvidas nas divisões a iluminar. A luz fria (mais branca) é frequentemente utilizada em espaços onde há muita actividade (cozinha ou casa de banho) e a luz quente é aconselhada para espaços de repouso onde a descontracção impera (como é o caso dos quartos ou da sala).

É necessário ter sempre em atenção a aquisição de lâmpadas com a máxima Eficiência Energética, de preferência lâmpadas da classe A para cima.

A troca de lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes permite uma poupança de 80% promovendo uma eficiência a longo prazo extremamente segura e capaz.

Exemplo: uma lâmpada fluorescente compacta (LFC) e uma lâmpada fluorescente tubular têm um tempo de vida útil de 6000 a 15000 horas. Facilmente se percebe que o investimento inicial é totalmente amortizado a médio prazo, ao passo que uma simples lâmpada incandescente possui uma durabilidade de 1000 horas.

Com estes pequenos pormenores, o importante é ponderar racionalmente o que pretende e para onde pretende, assumindo depois disso a escolha certa tendo em conta as nossas indicações.

Para perceber efectivamente que a iluminação nova diminui significativamente os seus consumos mensais, sempre pode adquirir um Monitor de Energia simples para perceber efetivamente a sua poupança.

Se tiver alguma questão ou sugestão tendo em conta os vários temas abordados não hesite em enviar um e-mail para mestre.batista@7experience.pt.

Acreditamos em sugestões saudáveis capazes de promover o melhor da nossa plataforma.

Iluminação

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Escolher o tipo de iluminação a colocar em cada compartimento pode ser uma tarefa complicada, isto quando se pretende obter a máxima poupança elétrica. Desta forma, o interessante deste artigo é a maneira diferente de como certas lâmpadas são escolhidas para específicos compartimentos!

Antes de expormos as nossas decisões, é necessário ter em conta as condições importantes a ter nessa escolha.

A cor das paredes:

A cor das paredes é fundamental na selecção das lâmpadas certas. Paredes escuras absorvem mais iluminação e requerem luzes mais brilhantes. Por outro lado, os ambientes claros precisam de menos lâmpadas e ao mesmo tempo de luzes mais quentes e suaves. Recorde-se que o mobiliário usado também influencia a cor da iluminação.

O tamanho do espaço:

Se é uma sala grande, com tetos altos, o ideal é criar um ponto de iluminação com um conjunto de lâmpadas importantes no teto. Este conjunto de lâmpadas normalmente está relacionado com uma elevada potência desenvolvendo um consumo muito elevado. Como é normal, aconselhamos sempre lâmpadas de baixo consumo.

Se o espaço for reduzido, facilmente é possível adicionar umas simples lâmpadas de pé muito baratas, pouco consumistas e esteticamente interessantes!

O uso que da iluminação:

Se é para observar televisão é necessário optar por luzes suaves e quentes, indirectas de modo a evitar grandes reflexos no ecrã.

Numa cozinha ou casa de banho, a tonalidade das luzes normalmente é branca. Isto porque essa cor é sinónimo de pureza e transparência. São espaços de confiança e que normalmente estão sempre muito limpos.

Se o objetivo é estudar e ler um livro será necessário procurar outro tipo de luzes. Luzes mais quentes e ao mesmo tempo pouco fortes para que não interfiram na nossa visão.

O efeito da iluminação que pretendemos obter:

Iluminação geral quando se procura ter iluminação em todos os compartimentos. Conseguiremos uma agradável sensação de tranquilidade instalando uma lâmpada de pé de baixo consumo dirigida para o teto.

Iluminação ambiental é usada para marcar certas zonas, sempre com o intuito de criar distintas sensações. São um pouco mais caras que as lâmpadas clássicas mas são capazes de durar o dobro!

Iluminação pontual ideal para iluminar um elemento em concreto. É possível criar este tipo de iluminação em cantos escuros com lâmpadas LED, lâmpadas essas que podemos manter acesas todo o tempo que pretendemos sem consumir gastos avultados.

Tendo em conta estas pequenas considerações, em cada compartimento optaremos pela seguinte iluminação:

QUARTOS – O nosso pequeno Conforto;

É interessante usar uma iluminação direta para leitura e, ao lado da cama, poderá colocar abajures. Para estes ambientes, geralmente são usadas lâmpadas comuns de cor quente capazes de demonstrar uma sensação suave e de descontracção.

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Sala de Jantar – O Conforto em companhia;

Em salas de jantar é normal usar-se lâmpadas de teto que não sejam demasiadas intensas, como é o caso de lâmpadas de baixo consumo, pois muita intensidade pode ser um obstáculo visual. A cor pode e deve depender da sensação decorativa do compartimento e das sensações que deseja criar.

Sala de Estar – Para estar em Conforto;

Ilumine os cantos da sala e use luzes direcionadas para os quadros, plantas ou mesas de centro. As lâmpadas podem ser incandescentes mas tudo depende da sua posição. Tudo depende do efeito que você pretende criar no ambiente.

Cozinha – Cozinhar com Conforto;

Use uma lâmpada comum ou fluorescente (semelhante à luz do dia), instalando um ponto central de iluminação e, se necessário, reforçando a iluminação de bancadas de trabalho, principalmente as que ficam em baixo dos armários embutidos. Não se esqueça que é uma parte da sua casa que com sinónimo de pureza e transparência

Casa de Banho – O Conforto na sua privacidade;

Use uma iluminação simétrica nos dois lados do espelho com lâmpadas de baixo consumo. Elas devem ficar protegidas do vapor.

Corredores – O caminho do Conforto;

As zonas de passagem, como o ‘hall’ de entrada ou escadas, devem ser agradáveis e transmitir segurança. Segundo a Adene, um ou dois pontos de luz no teto são suficientes para a circulação e limpeza, porém, se forem utilizados como espaço de brincadeiras dos mais novos, poderá colocar no teto ou paredes umas lâmpadas fluorescentes compactas. Se o espaço for apenas de passagem, poderá instalar um detetor de movimentos, que ligue ou desligue as luzes.

Se tiver alguma questão ou sugestão tendo em conta os vários temas abordados não hesite em enviar um e-mail para mestre.batista@7experience.pt.

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Climatização e Isolamento, Energias Renováveis, Iluminação, Medição de Energia, Mobilidade Sustentável, Poupança de Água

 

Como primeiro texto deste nosso Blog de Soluções de energia e eficiência energética, começamos por abordar um conceito que a todos nós é familiar mas que muitas vezes é mal interpretado, estamos portanto a falar do conceito de ENERGIA. Mas qual é o motivo desta má interpretação? Pois bem, tal acontece porque a maioria das vezes esta simples “palavra” é confundida com uma outra expressão utilizada em “faturas” elétricas chamada POTÊNCIA. Perante esta confusão, as suas unidades de representação são também alvo de grandes equívocos e erros por grande parte da população Portuguesa.

A nossa entidade promotora, Efimarket Portugal, tem o objetivo de ajudar a conhecer, analisar e desenvolver certos conteúdos relacionadas com o que genericamente consideramos de “energia”, acreditando vivamente que “o saber não ocupa lugar” e que esse mesmo saber é fundamental para obter planos de poupança energética nas mais variadas habitações de Portugal. Perante este cenário, será possível atingir a real eficácia, refletindo essa poupança na diminuição de gastos financeiros mensais, no que toca ao pagamento da fatura eléctrica das nossas casas.

Atuando de maneira racional é possível optimizar os consumos domésticos e agir de uma forma coerente e respeitosa perante o meio ambiente!

Sendo direto na questão: o que é a Energia?

Pois bem, por definição e de um jeito extremamente resumido, a energia define-se como a capacidade de poder realizar um trabalho, sendo energia tudo o que produz ou pode produzir acção. Podemos exemplificar com um barco que recebe a energia do vento para se movimentar mais rápido, esta energia é capaz de “soprar” a vela fazendo-o movimentar!

O grande pormenor que confunde o normal cidadão é o facto de a energia ser representada por numerosas formas. São precisamente essas variadas formas que o ser humano assume a sua grande batalha, tendo como objetivo transformar essas diferentes formas de energia em outras (mais capazes), de modo a obter sempre um maior proveito para a sociedade.

Para que seja possível entender melhor esta última afirmação só é necessário retroceder (julgo poucos anos) até ao descobrimento do fogo. O homem para se poder aquecer necessitou de transformar energia química, contida num simples tronco de lenha, em energia térmica. Através do fator “acaso” contribuiu para o desenvolvimento da humanidade mediante uma simples reacção de combustão!

Para entender melhor todo este simples conceito, é necessário ter presente a unidade de medida básica da energia: o Joule – unidade que equivale aproximadamente 0,24 calorias. Sendo uma caloria a quantidade de calor necessária para elevar um grau numa grama de água.

De uma forma mais prática, podemos afirmar que das múltiplas formas de energia existentes, as mais úteis e as mais precisas ao ser humano (as que garantem firmemente o nosso nível de bem-estar), são a energia térmica e a energia elétrica. Com a primeira é possível aquecer as nossas casas e dispor de água quente para o nosso conforto, a segunda alimenta uma vasta gama de equipamentos elétricos que nos facilitam o nosso quotidiano.

Pois bem, é nesses pequenos (grandes) equipamentos eléctricos que aparece a energia eléctrica, energia essa que tem de ser paga todos os meses às várias companhias de fornecimento. A energia consumida não é mais que a transformação de outros tipos de energia como a energia eólica, energia solar, energia hidráulica, energia nuclear, entre outras…

Energia vs. Potência

Um dos grandes pontos de confusão aparece na hora de diferenciar entre os conceitos de Potência e o conceito de Energia. Para sintetizar, a potência (término fixo contratada à companhia fornecedora de energia eléctrica tais como EDP, ENDESA, Iberdrola…), significa a energia consumida por unidade de tempo.

Para conhecer a energia consumida num determinado período de tempo é muito fácil, só tem de multiplicar a potência por esse mesmo tempo de consumo. Expressão matemática que relaciona essas duas dimensões:

E (J) = P(W) x t(s)

Onde E= Energia, P= Potência e t= Tempo;

Deste modo, se possuirmos um aparelho ligado 8 horas, com uma potência de 2000W, mesmo que 2KW, a energia consumida será:

E = 2KW x 8h = 16 KWh; (É de notar que a unidade de medida é o KW a multiplicar por hora e nunca o KW a dividir por h)

Se assumirmos que pagamos à companhia uma média de 0,20€ por KWh, o custo obtido por esse aparelho ligado 8 horas será de:

C = 0,20€ x 16KWh = 3,20€;

Com alguns medidores de Energia Elétrica Efergy que Efimarket Portugal distribui, poderá obter dados de consumo instantâneos (potências) e de energia consumida em todos os intervalos de tempo. Corresponde, sem dúvida, à melhor maneira de possuir o controlo dos gastos da sua habitação, podendo realizar a sua própria auditoria energética.

Outra aplicação destes fantásticos equipamentos corresponde à eliminação dos consumos em standby de alguns aparelhos. Os consumos em standby dos vários aparelhos são consumos parasitas que aparecem quando os equipamentos elétricos parecem estar desligados. São consumos frequentes em instrumentos de ar condicionado, televisões, entre outros aparelhos domésticos.

Um equipamento com estas características pode possuir perfeitamente um consumo em standby extremamente exorbitante, valores à volta de 150W= 0,15KW (e não é um exagero). Se aplicarmos as mesmas equações anteriores obtemos:

E = 0,15KW x 24h = 3,6 KWh;

Com um custo diário (24h que tem um dia) de:

C= 3,6KWh x 0,2€ = 0,72€; – Custo do standby por dia

Se estendermos este valor para todo o ano:

C = 365dias x 0,72€ = 262,8€ anuais.

É um custo extremamente exagerado para um simples parasita. Para eliminar este parasita consumista existem algumas possibilidades como desconectá-lo do quadro geral ou utilizar dispositivos eliminadores de standby distribuídos por Efimarket Portugal (o nosso parceiro saudável e sustentável).

Existe a possibilidade de estabelecer uma equivalência entre a unidade KWh com a unidade Joule, isto porque ambas são grandezas de medidas energéticas.

Segundo a expressão anterior:

E(J)=P(W) x t(s)

Um Joule equivale a Watt(W) x tempo (s). Isto porque o Joule(J), o Watt(W) e o segundo(s) são unidades básicas do sistema internacional.

Se 1KiloWatt(KW) corresponde a 1000Watts(W), e como 1hora são 3600 segundos temos:

1KWh = 1.000W x 3.600 segundos = 3.600.000 Watts x segundo = 3.600.000 Joules.

Ou seja 1KWh=3.600.000 Joules

Com esta pequena exposição conseguimos enriquecer um pouco mais a população general!

É extremamente benéfico que todas as pessoas tenham a mínima noção deste tipo de conceitos, não só porque o “saber não ocupa lugar” mas porque certamente não vai querer ser enganado nos consumos do seu novo eletrodoméstico. Tenha também sempre atenção às suas necessidades quando a sua companhia de energia lhe oferecer um novo contrato de fornecimento.

A partir de hoje é capaz de seleccionar, observar, perceber e criticar os seus valores de consumo, mas acima de tudo perceber que a mudança pode ser sempre positiva no que toca à poupança energética da sua casa!

Se tiver alguma dúvida ou sugestão tendo em conta os vários temas da eficiência energética não hesite em enviar um e-mail para mestre.batista@7experience.pt.

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